quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Professora M.A., Professor N. e Professor P.

Quem não se recorda ainda, com algum carinho especial de um professor ou de outro? Uns terão deixado a sua marca por não termos gostado nada deles, outros de que nem sequer nos lembramos, certamente não terão contribuido com algo significativo, mas nunca nos esqueceremos daqueles que foram diferentes, aqueles de quem gostámos, que de alguma forma nos influenciaram, e que hoje, passados tantos anos, recordamos com um carinho especial que nos faz sorrir quando os mencionamos.

Eu tive 3, que é a conta certa, um por cada ciclo de ensino, já que o ensino superior não me deixou marcas positivas com nenhum professor em especial.

A primeira, como não podia deixar de ser, foi a minha querida e saudosa professora M. A., uma verdadeira lady, ainda hoje penso se ela teria noção de que tinha um dom, o dom de nos ensinar de uma forma que nós aprendíamos e gostávamos e entendíamos tudo. Tantas vezes desejo ser como ela, e ter um bocadinho desse dom...
Às vezes via-a em Sintra, já com bastante idade, mas sempre imaculadamente vestida e penteada, com o seu salto alto, muito Grace Kelly, elegante, feminina, um modelo que sempre me encantou. Via-a mas nunca tive a coragem de a ir cumprimentar, e agradecer pela influência positiva que teve em mim. O meu pai ainda a chegou a ver e a cumprimentar, até mesmo a confidenciar o quanto eu admiro, mas em como nunca tive coragem de lho dizer. A última vez que a vi foi há cerca de uns 7 anos, no Cascaishopping, lá ia ela, discreta e sempre elegante, e eu apenas a contemplá-la... Nunca mais a vi, receio que já não esteja entre nós, e nunca lhe disse o quanto ela me influenciou, nem o quanto penso nela...

A segunda pessoa assim importante foi o meu professor de Geografia do 8º ano, então meu director de turma, o professor N. Tenho tantas recordações engraçadas dele, esteve ao meu lado no momento mais triste e difícil da minha vida, foi ter comigo e dar-me um ombro para encostar a cabeça que queria enterrar na areia para sempre, e no pensamento tem estado comigo tantas vezes ao longo destes cerca de 20 anos. Na minha relação com os alunos, tento ser como ele era para nós, outra influência muito importante a nível profissional. Guardei religiosamente um poema que ele escreveu e deu a toda a turma, leio-o vezes sem conta, e a cada ano o seu sentido é mais profundo que no ano anterior. Desta forma, aprendi também a dar um mimo aos meus alunos, nas turmas em que há uma ligação afectiva mais forte.
Já tinha procurado tanto este professor N. no Facebook, sempre em vão, e eis que me lembrei do Google e não é que o encontrei mesmo? Finalmente pude dizer-lhe o quanto me foi importante, e tem sido tão bom recuperar este contacto...

A próxima pessoa importante de que quero falar é o professor P., um gênio! O professor P. é daqueles professores de pedra e cal numa escola, professor de matemática, e eu que andava a ver se fazia a matemática de 12º ano logo de uma vez, fui calhar com aquele professor, cuja fama o precedia, de que com ele ninguém passava. Ora bolas!!
Importa salientar que o professor P. sofria um problema de visão de tal ordem grave, que nem sei como tinha a coragem de enfrentar uma sala de aulas! Ele praticamente não via nada, mas conhecia cada aluno pela  voz. Esclarecia dúvidas resolvendo um problema/exercício no ar, ele visualizava a resolução do exercício, e fazia uma correcção oral do mesmo, fosse onde quer que fosse que nos tivéssemos enganado. Aquilo fascinava-me!!!! No final do ano, quase fez jus à sua fama, passámos 3, eu fui uma delas, e ainda hoje penso tanto que se ele era capaz, com o sua limitação, eu sem limitações tenho a obrigação de também o ser. 
É o meu truque para me ajudar a suportar uma aula difícil, numa turma igualmente difícil. Às vezes dou comigo a fazer o mesmo a alguns alunos, para não ir ao lugar, fazer a correcção oral de um determinado exercício, os miúdos acham o máximo, como é que a stora sabe? E quando começam a fazer-se de coitadinhos, conto muitas vezes o exemplo do professor P.
Procurei-o no Facebook, para lhe dizer como foi importante para a minha formação, e ainda o é no meu exercício profissional, respondeu-me uma amiga, pois ele perdeu a visão por completo, mas recebeu a minha mensagem e ficou muito sensibilizado. Mensagem entregue, missão cumprida!

Parece que dediquei este ano a procurar pessoas perdidas no tempo, e com sucesso, estou a conseguir encontrar.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Facebook I

Cada vez passo aqui menos tempo, tempo que vou roubando ao meu blogue para estar no Facebook.
E é precisamente no Facebook que tenho tido surpresas bastante agradáveis.
Atrás de 1 amigo, vem outro. Atrás desse, mais outro. Pessoas de quem nada sabia há já alguns anos, e que agora as venho encontrar graças a esta plataforma virtual, com todos os defeitos que lhe queiram atribuir. (Mais uma vez, o mal ou o bem, estão na forma como usamos as ferramentas, e não nas ferramentas em si.)

Recordo com saudades, muitas saudades, algumas das pessoas que fizeram parte da minha vida, e que a distância fez perder o contacto, e agora ando a reencontrá-las, com a mesma doçura  e encanto com que sempre se pautaram.

É engraçado ler a B. dizer que nunca se esquecerá de que foi comigo que aprendeu a andar de bicicleta na casa da minha avó (eu já não me lembrava disso), ou ver que as suas filhotas são iguaizinhas a ela quando éramos miúdas.

Soube tão bem reencontrar o N.D., de quem era inseparável, e confidenciarmos que ao longo destes anos cada um de nós ao passar perto da casa dos pais do outro, se lembra sempre um do outro.

Ver que alguns dos nossos companheiros estão em locais muito distantes, ou então estão quase ao nosso lado, ver que de uma forma ou de outra, todos alcançámos algum sucesso pessoal e profissional, alguns seguiram os seus sonhos, outros foram encontrados pelos seus sonhos.

É giro recordar as peripécias dos tempos de escola, e as encrencas em que nos envolvíamos. Já encontrei mais de metade da minha turma do 9ºano, partilhamos fotos antigas como se partilhássemos relíquias, e plantamos sorrisos nostálgicos nos rostos uns dos outros...

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cocó na minha horta?????????????????????

- Stora, hoje  não vou para a horta!
- Outra vez a história do costume, antes de mais boa tarde para ti também! - eu já a ficar danada. - vocês não querem mesmo fazer nada - nem tive tempo de acabar a frase.
- Ó stora, um homem da junta foi lá c@g@r!!! Eu não vou para lá!

Tenho uma turma de 8ºano com jardinagem e floricultura, temos na escola uma pequena horta. Não é a horta que idealizei, não corresponde às minhas expectativas que eram elevadíssimas, mas tem algum esforço dos meus crianços, lol.

Andaram uns funcionários da junta de freguesia e limpar as valetas e os escoadores de água do recreio, além de terem andado a fumar, até serem chamados à atenção pelas funcionárias, vai daí que um deles não faz mais nada, vai à nossa horta, junto a uma árvore, em pleno recreio, baixa as belas das calças, agacha-se e faz o seu cóco!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ah pois, que com a aragem a bater no rabinho até sabe melhor!!!!!!!!!!!! Dizem as más línguas que ainda terá limpo o rabo a folhas de couve, mas isso já não sei se é verdade.
Os miúdos viram, e gritam "Ó continaaaaaaaaaaaaa", escandalizados, os mais atrevidos até fotografam, afinal não é todos os dias que estas coisas acontecem! (felizmente)

Acham normal??? Lá porque estamos num meio rural, nem tudo é aceitável, e qualquer semelhança com uma escola, deve ser pura coincidência!!
Não faço ideia do que irá acontecer ao sr, nem à minha horta. Ainda que já tenha sido limpo, não tenho como convencer os miúdos a irem para lá trabalhar, até a mim me repugna, confesso.

À noite contei isto ao meu pai, que ouviu, e passado um bocado me veio pergutar se era mesmo verdade. Depois chegou o meu marido, eu contei-lhe, indignada, e ele, impávido e sereno a olhar para mim, "se me tás a contar deve ter sido verdade". Sim, contado até parece mentira, eu sei!!!! Se não fosse tão grave até tinha alguma graça.

Enfim...

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Polícia na minha aula!

Hoje tenho pediatra, preciso mesmo de sair 10 minutos mais cedo. Falo com o executivo, obtenho o OK,
aviso os meninos, escrevo na caderneta para os pais.
No intervalo tinha havido uma rixa entre os meus e os da sala ao lado, os ânimos estavam no pico, e a tensão sentia-se no ar. Não havia hipótese de ter aula, pelo menos durante a meia hora seguinte.
Os meus começam a combinar, de falar com amigos de fora, para à hora da saída fazerem uma espera aos outros, a situação começa a ganhar contornos assustadores. Falam à minha frente à vontade, pois pensam que eu não vou contar.
Logo hoje que preciso mesmo de sair mais cedo, já me tramaram a hora de saída. Venho cá fora, sorrateiramente falo com a minha colega, na sala dela as coisas não estão muito diferentes. Talvez a Escola Segura deva cá estar também, à hora da saída, pelo sim pelo não...
E passada meia aula, eis que me entra pela sala dentro o sub-director da escola, e o sr agente da Escola Segura, que os meus queridos "anjinhos" acharam que era só para "meter" medo!! Acha mesmo que nos faziam alguma coisa, stora?

Bem, não só não saí mais cedo, como ainda por cima saí mais tarde!!!!!!!!!!! Ah pois, que isto dos pais irem buscar os filhinhos queridos à escola, só não estacionam à porta da sala de aula porque ainda não se lembraram! Uma bela mãe estacionou a sua viatura trancando a minha saída, e eu ali a buzinar, feita parva, chegou nas calmas e pediu desculpa, e foi à sua vida.
Nota: esta mãe estava a uns 10m, ao portão, à espera da sua cria, via-me perfeitamente, podia ter puxado o carro à frente e regressar ao portão, certo?

Quando, finalmente cheguei à pediatra, já o meu marido estava a sair com a minha filha. Bonito!

domingo, 19 de dezembro de 2010

Ainda sobre o Natal...

É sempre uma boa altura para levar uma "facada nas costas", ah pois é!
Ao fim de muitos anos pensamos que conhecemos as pessoas, mas pensamos mal, nunca se conhece verdadeiramente ninguém, as pessoas têm uma capacidade infinita de nos surpreenderem, seja pela positiva ou pela negativa.
Faz-me pensar se aquilo que eu achava ser um bom relacionamento não será apenas uma norma social, uma "paz podre".
Tenho-me esforçado por não cometer erros graves que já vi serem cometidos, causadores de algumas mágoas, e tenho conseguido, com sucesso, ao menos orgulho-me disso!

Estou desiludida.

Desiludida com algumas atitudes, com alguma falta de comunicação, ou de frontalidade.
Este Natal é especial, tenho a minha filha maravilhosa para o viver comigo, a quem quero ensinar a gostar do Natal e da sua magia.
Durante o ano fui criando expectativas quanto a este Natal, seria o primeiro com a Jú na família, e eu gostava de ter cá a família reunida na noite da consoada. E apesar de o ter manifestado na minha carta ao Pai Natal, não me parece que vá ver esse pedido satisfeito.

Não estou zangada, estou desiludida.

Quando se trata de ir a casa de outras pessoas vou sempre, umas vezes porque realmente quero, outras por respeito e consideração ao que se estiver a celebrar, mas nunca me baldo. Quando eu convido há sempre uma desculpa esfarrapada. E penso, se as pessoas não estão disponíveis para fazer um agrado porque é que eu continuo a fazer "fretes" de vez em quando? Já não tenho idade para estas M#$&@s!!!!
Vai ser mais ou menos como nos casamentos: "só faz falta quem está!"

Quanto às prendas de Natal, tratarei apenas de comprar e de me preocupar com as minhas. As que devemos comprar para as nossas sobrinhas, desisto, é oficial. O marido que se preocupe em escolher e comprar, o que significa que elas bem podem esperar até à Páscoa, mas isso não é problema meu. Estou farta de que se encare o Natal como uma tarefa, uma época comercial.
E quando me perguntam o que queremos de prendas para a Jú, lol, ela não precisa de prendas caras, não precisa que as pessoas se sintam na obrigação de lhe oferecer presentes porque a época assim o dita, o espírito do Natal não é esse. Mas eu gostava de poder dar à Jú uma noite de Natal com a família toda junta.

Mas sou apenas eu que sou caprichosa, e que tenho mau feitio.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Carta ao Pai Natal

Já não tenho idade para acreditar no Pai Natal, mas quando deixar de acreditar será porque algo muito grave aconteceu.
Acredito no Pai Natal que vive no imaginário e no coração de cada um de nós, e que nos faz dar mil e uma voltas para encontrar aquele presente com que queremos surpreender alguém, no Pai Natal que nos faz sorrir quando vemos a alegria dos outros.
Que me lembre nunca escrevi uma carta ao Pai Natal. E como há sempre uma primeiríssima vez para tudo, cá está a minha!

Querido Pai Natal,
deixo ao teu critério julgar quais dos meus pedidos são possíveis e quais são apenas desejos pouco possíveis.
  • para bem da minha sanidade mental, entre outras razões, preciso de ter noites bem dormidas;
  • para me tranquilizar um pouco, dava jeito a minha filha passar algum tempo sem estar constipada;
  • dá-me discernimento para estabelecer de forma justa e equilibrada as minhas prioridades;
  • mantém-nos, e mim e  às minhas amigas, nos corações umas das outras;
  • reencontra (e devolve) a sanidade mental ao meu marido pois faz-nos muita falta;
  • ajuda-me a juntar a família cá em casa na noite de Natal, queremos receber-te em grande!;
  • e quando vieres podias trazer-me a Saladino da Ariette, que te esqueces sempre;
  • ou algumas plantas novas cá para casa, tipo palmeira, ficus, calathea, etc;
  • ou umas botas giríssimas (já nem me lembro da última vez que comprei umas);
  • ou umas calças de ganga, das que eu gosto e raramente encontro (prometo estimá-las como sempre tenho feito, por ser difícil, e caro, substituí-las);
  • ou um perfume (Dolce e Gabanna Light Blue) que já quase não tenho, e uma mulher precisa de andar cheirosa;
  • também podias trazer os Scorpions para o concerto de despedida, dos bilhetes trato eu!;
  • ou um anti-vírus de jeito para o meu pc;
  • ou uma massagem de pedras quentes, que agora no Inverno até sabe melhor;
pode ser que continue esta lista, mas para já, fico por aqui.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Chegou o Natal

O Natal é uma das minhas épocas favoritas do ano, adoro as cores brilhantes, as luzes cintiliantes que espreitam por detrás de cada janela!

Adoro os enfeites e a iluminação de rua, as músicas que se ouvem repetidamente ano após ano, mas que condizem com a quadra!

E os presépios? Desde o tradicional presépio de barro pintado, até aos mais patuscos que se encontram actualmente, são sempre uma delícia... Se tivesse mais espaço e €€€€ faria colecção de presépios.

Este ano o Natal é mais especial, tenho a minha Jú , para o celebrar com a gente. Ontem estivemos em casa e fizemos a nossa árvore de Natal, a Jú participou!! Sentada no chão com o pai,  iam abrindo os ramos do pinheiro, ao  mesmo tempo que aproveitava para tentar gatinhar!! Muito bem!!!  Depois da árvore pronta e da casa enfeitada, reparou, mas não ficou deslumbrada com as luzinhas, conforme eu imaginava, no entanto acha graça à idea de tirar as bolas da árvore, deve ter aprendido com o Romeu.

Nota: tenho que ir apanhar musgo, não gosto de ver o presépio assim, em seco.

Este ano há menos verba para as prendas que quero oferecer, o que me chateia um pouco pois gosto muito de oferecer prendas, mas que já de si o orçamento era reduzido e este ano ainda mais, não há criatividade que resista.

Nem sei se me atreva a escrever a minha carta ao Pai Natal, mas se escrever vou incluir no pedido algumas coisas especiais, umas são bens materiais, outras não.

Esta altura faz-me sentir saudades das festas de Natal , do espírito que nos invadia, da cumplicidade, e ao deixar de ouvir as nossas "Broas de Mel", não consigo conter uma lágrima de nostalgia e saudade.

sábado, 20 de novembro de 2010

Estou de volta!!!

Olá novamente!!!!
Voltei, vamos lá ver se consigo manter alguma assiduidade.
Isto de ter 1 bebé desorganizou-me completamente a rotina, e está difícil voltar a assumir as rédeas. Parece-me normal que quando estou em casa com ela prefira aproveitar esse tempo para estar a brincar e a dar mimos do que a passar a ferro ou a arrumar que nem 1 loca para ter 1 casa imaculada. Resultado, tenho deixado acumular algumas tarefas mais tempo do que o habitual.

De repente olho e já passaram 7 meses, dizem que passa a correr, sim, concordo em parte, até aos 4 meses não acho que tenha passado nada depressa, foram tempos difíceis, agora ela está numa fase muito divertida, cheia de gracinhas. Adora a creche, apesar de não passar lá muito tempo, mas mal lá chega toda ela é sorrisos e já nem quer saber de mim, fico tranquila: ela é feliz lá.
Está na fase dos dentes, ameaçam, prometem, mas nunca mais saem, no entanto, haja rabujice e mal estar e dores nas gengivas.

Desde que a J. nasceu que nós ainda não conseguimos dormir 1 noite! 1 noite? Ambiciosa, eu já ficava contente de conseguir dormir 3h seguidas!!!!!! O cansaço acumulado, as incertezas, o stress, a pressão, estão a dar cabo da nossa sanidade mental. Precisamos de dormirrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr...

Ter 1 bebé é maravilhoso, a J. é a melhor coisa que já me aconteceu, mas mudou a nossa vida de pernas para o ar, absolutamente!!!

Voltar ao trabalho custou bem menos do que julgava, estava a precisar de sair de casa e voltar à vida real, claro que agora já estou farta, já aceitava umas mini férias, mas não sou de passar o dia inteiro enfiado em casa.

Bem, mas para já, quero ver é se volto aqui para o meu blogue!

domingo, 22 de agosto de 2010

Touradas: não, obrigada!

Acabei de ler e assinar esta petição online:

«Pela abolição das touradas e de todos os espectáculos com touros»

http://www.peticaopublica.com/?pi=010BASTA

Eu pessoalmente concordo com esta petição e acho que também podes concordar.

Subscreve a petição aqui http://www.peticaopublica.com/?pi=010BASTA e divulga-a pelos teus contactos.

Obrigado.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Golfinhos no Japão

Já sabemos que a falta de respeito do Homem pela Vida, é algo que nos envergonha, bem, pelo menos envergonha-me a mim enquanto humana.

A maior parte de nós adora golfinhos, ai são tão fofinhos, e tal...
O que alguns desconhecem é que estes amigos fofinhos, são alvo de autênticas chacinas um pouco por todo o mundo.

Alguém viu o documentário "The Cove?" Eu não consegui, só a apresentação deixou-me doente!!!!!!!!!!!!!!!!

Vamos lá assinar esta petição, se faz favor!!!!!!

Mesmo que não ajudemos a acabar com esta vergonha, pelo menos mostramos o nosso desagrado!!!

http://www.thepetitionsite.com/3/stop-the-dolphin-slaughter/481854487/taf
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